Estou a um tempo sem escrever nada, para não dizer quase uma semana. Para ser bem curto e direto, escrever para mim mesmo não é uma coisa prazerosa de se fazer. Boa parte da motivação para alguém escrever vem dos seus leitores. Como eu não tenho nenhum não sinto muita vontade de continuar isso.
Estou sendo bem insistente em continuar com isso, talvez ainda me resta uma pequena fagulha de esperança em mim que espera por alguma alma que encontre esse blog perdido.
Estudar, escrever, socializar, cada dia cada vez mais difícil.
Ainda tenho alguns devaneios sobre alguns assuntos, as vezes até histórias enormes que dariam livros, mas já esqueci boa parte disso.
Eu tenho fé e esperança, mas falta uma coisa muito importante: Atitude!
Termino por aqui
Autorreflexões sobre diversos assuntos, sejam pessoais ou gerais. O objetivo desse blog é expor boa parte de minhas idéias sobre mim e sobre o mundo. A qualidade dos textos iniciais provavelmente será pobre, sem muitos assuntos interessantes para comentar, talvez até banais e até mesmo erros gramaticais (algo que eu prometo corrigir ao longo do tempo). Sinta-se a vontade para trocar ideias nos comentários, acho que a única coisa que eu desejo é um pouco de atenção.
terça-feira, 27 de maio de 2014
sábado, 17 de maio de 2014
Fim de semana é um saco
Ola leitor desconhecido. Hoje eu não pretendia escrever nada por aqui, mas como é fim de semana e o tédio está me enlouquecendo e me fazendo pensar em merdas aleatórias, decidi escrever algumas linhas para passar o tempo.
Acho que eu sou uma das poucas pessoas no mundo que tem uma certa alegria quando chega a segunda-feira. Mas por que? Simplesmente porque nos dias de semana (ou dias úteis) há o que fazer. Eu tenho aulas de manhã e de tarde, eu tenho o que estudar, pessoas para ouvir e conviver. Por mais mudo e isolado que eu seja, o simples fato de estar ali ouvindo outras coisas além dos meus próprios pensamentos já é um alívio para mim. O que tem para fazer no fim de semana? Ir a festas com os amigos? Ficar em casa o dia inteiro jogando LoL e comendo porcarias? Me poupe. Eu não tenho amigos, nem para jogar on-line e muito menos para sair para festas ouvir musica extremamente alta e encher a cara de cerveja e coquetéis de gosto bem duvidoso. Não me considero uma pessoa muito normal, e eu agradeço por isso. Assim como um expectador tem uma visão diferente de um jogo de futebol, uma pessoa que não segue bem a "normalidade" vê o mundo de uma forma bem diferente. Eu praticamente sou um fantasma naquela universidade, não converso com ninguém e em hipótese alguma eu puxaria papo com alguém. Talvez eu tenha desativado o meu Facebook justamente por isso, pelo fato de que uma rede social só tem uma utilidade prática para alguém que tenha uma vida fora dela, que tenha amigos com quem conversar, com quem compartilhar alguma coisa interessante e não para mim, um pobre coitado pedindo desesperadamente por alguma atenção na internet através de um blog quase desconhecido. Talvez eu mereça tudo isso, para aprender a dar valor às pequenas amizades, que por pior que elas fossem, era alguma coisa. A dar valor a quem te dá valor. Talvez não, eu mereço tudo isso e não tenho direito nenhum de reclamar.
Ler esses livros espiritas está me deixando um pouco pirado, acaba nos mostrando um lado da vida bem difícil de aceitar. Que tudo de ruim e de bom não acontece em vão, que estamos aqui para cumprir uma missão, seja praticando o bem em nome de Deus ou para consigo mesmo, vencendo todos aqueles sentimentos que atrasam a nossa evolução espiritual, como a inveja, o ódio, a ganância, o orgulho, a avareza e os pecados em geral.
Cansei de escrever, meus dedos estão doendo e eu não sei se quero continuar com esse assunto estranho.
Até mais leitor
Acho que eu sou uma das poucas pessoas no mundo que tem uma certa alegria quando chega a segunda-feira. Mas por que? Simplesmente porque nos dias de semana (ou dias úteis) há o que fazer. Eu tenho aulas de manhã e de tarde, eu tenho o que estudar, pessoas para ouvir e conviver. Por mais mudo e isolado que eu seja, o simples fato de estar ali ouvindo outras coisas além dos meus próprios pensamentos já é um alívio para mim. O que tem para fazer no fim de semana? Ir a festas com os amigos? Ficar em casa o dia inteiro jogando LoL e comendo porcarias? Me poupe. Eu não tenho amigos, nem para jogar on-line e muito menos para sair para festas ouvir musica extremamente alta e encher a cara de cerveja e coquetéis de gosto bem duvidoso. Não me considero uma pessoa muito normal, e eu agradeço por isso. Assim como um expectador tem uma visão diferente de um jogo de futebol, uma pessoa que não segue bem a "normalidade" vê o mundo de uma forma bem diferente. Eu praticamente sou um fantasma naquela universidade, não converso com ninguém e em hipótese alguma eu puxaria papo com alguém. Talvez eu tenha desativado o meu Facebook justamente por isso, pelo fato de que uma rede social só tem uma utilidade prática para alguém que tenha uma vida fora dela, que tenha amigos com quem conversar, com quem compartilhar alguma coisa interessante e não para mim, um pobre coitado pedindo desesperadamente por alguma atenção na internet através de um blog quase desconhecido. Talvez eu mereça tudo isso, para aprender a dar valor às pequenas amizades, que por pior que elas fossem, era alguma coisa. A dar valor a quem te dá valor. Talvez não, eu mereço tudo isso e não tenho direito nenhum de reclamar.
Ler esses livros espiritas está me deixando um pouco pirado, acaba nos mostrando um lado da vida bem difícil de aceitar. Que tudo de ruim e de bom não acontece em vão, que estamos aqui para cumprir uma missão, seja praticando o bem em nome de Deus ou para consigo mesmo, vencendo todos aqueles sentimentos que atrasam a nossa evolução espiritual, como a inveja, o ódio, a ganância, o orgulho, a avareza e os pecados em geral.
Cansei de escrever, meus dedos estão doendo e eu não sei se quero continuar com esse assunto estranho.
Até mais leitor
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Os pequenos detalhes podem fazer diferença
Ola querido leitor, hoje trago bem cedo um post fresquinho da minha cabeça.
Antes de começar a história principal, preciso contar uma coisinha. Geralmente quando os meus sentidos estão um pouco ociosos, ideias malucas e pensamentos filosóficos sobre algum assunto aleatório podem surgir na minha mente. Qualquer coisa pode se tornar um motivo de reflexão, desde uma musica tocada em determinado momento até uma pessoa em uma situação específica. Não creio que eu seja o única que pensa da mesma maneira, até fica um pouco egocêntrico pensar dessa maneira, mas mesmo assim eu gostaria de compartilhar isso com você.
Voltando ao assunto principal. Quero começar a minha história desde o começo, desde o momento que eu acordei até agora enquanto digito esse texto. Acordei por volta das 5h:00min, bem cedo para a maioria das pessoas. O som do meu despertador é o melhor que pode ter, o alerta de Metal Gear Solid acorda qualquer um na hora, principalmente se essa pessoas fã do jogo. Enfim, eu acordei, escovei os meus dentes, comecei a esquentar a agua para fazer o café, fiz alguns sanduíches com mortadela e tomei meu café-da-manhã reforçado para aguentar o dia inteiro (apesar de que a fome começa a reaparecer novamente lá pelas 9h:00min). Fiz alguns exercícios matinais para ativar a circulação sanguínea e tomei um banho bem rápido. Vesti minhas roupas e parti as 6h:15min para o ponto de ônibus mais próximo, que fica a mais ou menos 10 minutos de casa. Ele chegou mais ou menos 6h:30min, havia vários assentos livres mas geralmente eu não me sento pois eu aguento ficar de pé por meia-hora e eu gosto de deixar um assento livre para alguém que realmente precisa. Fiquei ali parado por um tempo apenas observando como as pessoas se comportavam de manhã. Algumas estavam sonolentas, provavelmente tiveram uma noite mal dormida, odeiam acordar cedo ou nem dormiram. Outras pareciam bem despertadas mas estavam apenas com uma expressão de seriedade, não olhavam para ninguém e quando as observamos ao acaso nos encaram de uma forma um pouco assustadora (eu estou entre esses, haha). E por último há aqueles que se desligam da realidade colocando fones de ouvido e uma musica bem alta. Pensando de uma forma bem ampla, no fundo no fundo essas pessoas queriam estar conversando o botando o papo em dia, mas creio que sejam tão tímidas quando eu. Vivemos em um contexto (olha o vocabulário refinado) em que conversar com pessoas aleatórias e estranhas é algo muito difícil de fazer e de entender, pois na cabeça de muitos deve haver a seguinte lógica: Só converso com pessoas que em conheço. Um pensamento um pouco individualista do qual eu também compartilho (o que me faz um verdadeiro hipócrita), mas não acho que todo mundo deva refletir sobre isso sempre, logo eu posso me considerar um pouquinho diferente. Não sei se fui muito claro e amplo na minha observação.
Outra coisinha que observei era aqueles que se desligavam da realidade e odeiam acordar cedo. Para ser bem curto, direto e sincero! Eles perdem o melhor horário do dia, a névoa, o amanhecer do sol, o efeito da luz que passa entre as arvores e a névoa (quem vê isso meus Deus do céu, haha), aquele leve frio refrescante, até mesmo aquelas musicas da rádio que tocam no ônibus que de certa forma são uma tentativa frustrada de despertar e alegrar as pessoas de manhã (talvez se fosse um rock n' roll seria mais efetivo, pelo menos para mim) e entre outras coisas. Aqueles pequenos detalhes se devidamente observados e apreciados podem fazer diferença no seu dia. Logo caro leitor, aproveite o dia como se não houvesse amanhã (carpe diem). Desde o momento que você acorda até o momento que você dorme. Desperte com energia pensando no melhor. Tome o melhor café-da-manhã que você puder e vá para o trabalho ou estudar. Observe o mundo ao seu redor e aprecie os pequenos detalhes da vida e do mundo. Digo e repito! Isso faz diferença!
Cansei de escrever, até o próximo post.
E tenha um bom dia!!
Antes de começar a história principal, preciso contar uma coisinha. Geralmente quando os meus sentidos estão um pouco ociosos, ideias malucas e pensamentos filosóficos sobre algum assunto aleatório podem surgir na minha mente. Qualquer coisa pode se tornar um motivo de reflexão, desde uma musica tocada em determinado momento até uma pessoa em uma situação específica. Não creio que eu seja o única que pensa da mesma maneira, até fica um pouco egocêntrico pensar dessa maneira, mas mesmo assim eu gostaria de compartilhar isso com você.
Voltando ao assunto principal. Quero começar a minha história desde o começo, desde o momento que eu acordei até agora enquanto digito esse texto. Acordei por volta das 5h:00min, bem cedo para a maioria das pessoas. O som do meu despertador é o melhor que pode ter, o alerta de Metal Gear Solid acorda qualquer um na hora, principalmente se essa pessoas fã do jogo. Enfim, eu acordei, escovei os meus dentes, comecei a esquentar a agua para fazer o café, fiz alguns sanduíches com mortadela e tomei meu café-da-manhã reforçado para aguentar o dia inteiro (apesar de que a fome começa a reaparecer novamente lá pelas 9h:00min). Fiz alguns exercícios matinais para ativar a circulação sanguínea e tomei um banho bem rápido. Vesti minhas roupas e parti as 6h:15min para o ponto de ônibus mais próximo, que fica a mais ou menos 10 minutos de casa. Ele chegou mais ou menos 6h:30min, havia vários assentos livres mas geralmente eu não me sento pois eu aguento ficar de pé por meia-hora e eu gosto de deixar um assento livre para alguém que realmente precisa. Fiquei ali parado por um tempo apenas observando como as pessoas se comportavam de manhã. Algumas estavam sonolentas, provavelmente tiveram uma noite mal dormida, odeiam acordar cedo ou nem dormiram. Outras pareciam bem despertadas mas estavam apenas com uma expressão de seriedade, não olhavam para ninguém e quando as observamos ao acaso nos encaram de uma forma um pouco assustadora (eu estou entre esses, haha). E por último há aqueles que se desligam da realidade colocando fones de ouvido e uma musica bem alta. Pensando de uma forma bem ampla, no fundo no fundo essas pessoas queriam estar conversando o botando o papo em dia, mas creio que sejam tão tímidas quando eu. Vivemos em um contexto (olha o vocabulário refinado) em que conversar com pessoas aleatórias e estranhas é algo muito difícil de fazer e de entender, pois na cabeça de muitos deve haver a seguinte lógica: Só converso com pessoas que em conheço. Um pensamento um pouco individualista do qual eu também compartilho (o que me faz um verdadeiro hipócrita), mas não acho que todo mundo deva refletir sobre isso sempre, logo eu posso me considerar um pouquinho diferente. Não sei se fui muito claro e amplo na minha observação.
Outra coisinha que observei era aqueles que se desligavam da realidade e odeiam acordar cedo. Para ser bem curto, direto e sincero! Eles perdem o melhor horário do dia, a névoa, o amanhecer do sol, o efeito da luz que passa entre as arvores e a névoa (quem vê isso meus Deus do céu, haha), aquele leve frio refrescante, até mesmo aquelas musicas da rádio que tocam no ônibus que de certa forma são uma tentativa frustrada de despertar e alegrar as pessoas de manhã (talvez se fosse um rock n' roll seria mais efetivo, pelo menos para mim) e entre outras coisas. Aqueles pequenos detalhes se devidamente observados e apreciados podem fazer diferença no seu dia. Logo caro leitor, aproveite o dia como se não houvesse amanhã (carpe diem). Desde o momento que você acorda até o momento que você dorme. Desperte com energia pensando no melhor. Tome o melhor café-da-manhã que você puder e vá para o trabalho ou estudar. Observe o mundo ao seu redor e aprecie os pequenos detalhes da vida e do mundo. Digo e repito! Isso faz diferença!
Cansei de escrever, até o próximo post.
E tenha um bom dia!!
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Mais um dia chato sem ter o que fazer
Bom dia querido leitor desconhecido, se delicie com mais um post nesse blog que graças a você e a mim não é totalmente desconhecido. Hoje não há nada de importante para escrever, um dia comum e um texto comum que qualquer idiota pode escrever (inclusive eu).
Mas para tirar o meu blog da inércia e do esquecimento, vou compartilhar um pouco de coisas aleatórias que aconteceram comigo recentemente, entre o meu último post e o atual.
Podemos citar a volta de um demônio a minha vida, logo agora que estava me acostumando em ficar sozinho sem ninguém querendo me vigiar e me dizer que diabos eu tenho que fazer da minha vida.
Também podemos falar sobre faltar a mais um dia de aula. Acordei relativamente cedo mas simplesmente estava pouco me fodendo para tudo aquilo. Um professor viajou e não pode dar aula, o que proporcionou menos três horas de chatice, e nas outras aulas eu não participo por falta de material, logo que se dane.
Talvez eu apenas esteja falando toda essa baboseira porque no final das contas sempre haverá uma saída para tudo isso. Foi assim antes e vai ser assim agora. Talvez a vida de universitário não seja para mim, conviver e criar grupos de estudo, ser forçado pelos professores a trabalhar em equipe e não podemos esquecer das longas horas de estudo. Eu gosto de estudar, mas não em um ritmo quase mecânico e forçado. Seguindo àquela velha receita de bolo:
Iniciando programa "Teacher"
declarando constantes
Média Mínima:= 5.0
declarando variáveis
Aluno : = Conjunto de caracteres
P1, P2, P3, MF : = Numero real
Iniciando
Inserir matéria em aluno
Aplicar P1
Inserir mais matéria
Aplicar P2
Inserir mais matéria ainda
Aplicar P3
Calcular MF (P1+P2+P3)/3
Se MF menor que Média_Mínima
reprovar
caso contrário
se MF maior ou igual a Média Mínima
aluno aprovado
repetir programa para todos os semestres e disciplinas até o fim do curso
Fim de programa
Foi uma analogia bem tosca, mas creio que você conseguiu captar toda a essência do problema. Não somos malditas maquinas feitas para simplesmente absorver conhecimento e aplica-lo. O conhecimento e o estudo são extremamente importantes para acabar com a ignorância que assola esse país (olha que discurso bonito), mas ele deve ensinado na mesma proporção que se aprender, e não simplesmente encher a porra de um quadro-negro com fórmulas e 'você que se foda universitário'.
Sabe qual é o meu protesto para tudo isso? Eu estudo sozinho! Foda-se as provas, foda-se a matéria que já foi dada. Vou para a biblioteca e pego os livros necessários para estudar no meu ritmo de aprendizado, sem ficar me preocupando com data ou com pressão de professor ou de provas.Além do fato de que eu não consigo conviver socialmente. Eu sei que não se chega muito longe sozinho, mas sinceramente meu individualismo fala mais alto, nem que isso custe uma reprovação. Um exemplo bem claro do que eu estou falando é eu não participar de aulas experimentais, pois as mesmas exigem trabalho em equipe.
Já me cansei de digitar, vou tentar arrumar algo mais interessante para fazer.
Mas para tirar o meu blog da inércia e do esquecimento, vou compartilhar um pouco de coisas aleatórias que aconteceram comigo recentemente, entre o meu último post e o atual.
Podemos citar a volta de um demônio a minha vida, logo agora que estava me acostumando em ficar sozinho sem ninguém querendo me vigiar e me dizer que diabos eu tenho que fazer da minha vida.
Também podemos falar sobre faltar a mais um dia de aula. Acordei relativamente cedo mas simplesmente estava pouco me fodendo para tudo aquilo. Um professor viajou e não pode dar aula, o que proporcionou menos três horas de chatice, e nas outras aulas eu não participo por falta de material, logo que se dane.
Talvez eu apenas esteja falando toda essa baboseira porque no final das contas sempre haverá uma saída para tudo isso. Foi assim antes e vai ser assim agora. Talvez a vida de universitário não seja para mim, conviver e criar grupos de estudo, ser forçado pelos professores a trabalhar em equipe e não podemos esquecer das longas horas de estudo. Eu gosto de estudar, mas não em um ritmo quase mecânico e forçado. Seguindo àquela velha receita de bolo:
Iniciando programa "Teacher"
declarando constantes
Média Mínima:= 5.0
declarando variáveis
Aluno : = Conjunto de caracteres
P1, P2, P3, MF : = Numero real
Iniciando
Inserir matéria em aluno
Aplicar P1
Inserir mais matéria
Aplicar P2
Inserir mais matéria ainda
Aplicar P3
Calcular MF (P1+P2+P3)/3
Se MF menor que Média_Mínima
reprovar
caso contrário
se MF maior ou igual a Média Mínima
aluno aprovado
repetir programa para todos os semestres e disciplinas até o fim do curso
Fim de programa
Foi uma analogia bem tosca, mas creio que você conseguiu captar toda a essência do problema. Não somos malditas maquinas feitas para simplesmente absorver conhecimento e aplica-lo. O conhecimento e o estudo são extremamente importantes para acabar com a ignorância que assola esse país (olha que discurso bonito), mas ele deve ensinado na mesma proporção que se aprender, e não simplesmente encher a porra de um quadro-negro com fórmulas e 'você que se foda universitário'.
Sabe qual é o meu protesto para tudo isso? Eu estudo sozinho! Foda-se as provas, foda-se a matéria que já foi dada. Vou para a biblioteca e pego os livros necessários para estudar no meu ritmo de aprendizado, sem ficar me preocupando com data ou com pressão de professor ou de provas.Além do fato de que eu não consigo conviver socialmente. Eu sei que não se chega muito longe sozinho, mas sinceramente meu individualismo fala mais alto, nem que isso custe uma reprovação. Um exemplo bem claro do que eu estou falando é eu não participar de aulas experimentais, pois as mesmas exigem trabalho em equipe.
Já me cansei de digitar, vou tentar arrumar algo mais interessante para fazer.
terça-feira, 13 de maio de 2014
Uma postagem motivada pelo tédio
Sim, eu escrevi dois posts no mesmo dia! E dai? O tédio e a preguiça são as engrenagens dos tempos modernos, pois um lhe motiva a criar coisas novas para te entreter ou passar o tempo e o outro para encontrar uma maneira mais rápida, fácil e criativa de resolver o mesmo problema que outros preferem resolver da maneira tradicional e lenta. Estou aqui sentado em um sofá relativamente confortável, o suficiente para me proporcionar conforto para uma Sesta (uma leve soneca depois do almoço, que por sinal foi muito bom). Faltar às aulas está se tornando uma rotina. Eu havia dito a mim mesmo que não gostaria de faltar a elas, mas está sendo um pouco complicado, até porque elas batem com o horário de abertura do restaurante, e eu preciso estar lá primeiro para pegar uma mesa vazia. E por que eu precisaria faltar a uma aula para chegar antes ao restaurante? Simples! Não sou cara de pau o suficiente para me acomodar em uma mesa já ocupada, principalmente se forem pessoas que já se conhecem entre elas. Eu me sinto desconfortável fazendo isso. Talvez isso seja uma paranoia maldita que eu tenho, ou talvez eu tenho toda a razão em pensar assim, quem poderá afirmar isso será um psicólogo.
Dizem que pessoas retraídas e tímidas tem uma certa aptidão a escrita, mas não quer dizer necessariamente que sejam verdadeiros escritores extremamente competentes, mas posso dizer que inspiração não falta para criar um post pois qualquer assunto e situações que incomoda pode virar um texto. Acho que vemos isso como um hobby para desestressar e aliviar um pouco das aflições que passam em nossas vidas, um verdadeiro passatempo e um meio de extravasar toda essa agonia acumulada ao longo do dia.
Cansei de escrever, depois eu penso em coisas melhores.
Dizem que pessoas retraídas e tímidas tem uma certa aptidão a escrita, mas não quer dizer necessariamente que sejam verdadeiros escritores extremamente competentes, mas posso dizer que inspiração não falta para criar um post pois qualquer assunto e situações que incomoda pode virar um texto. Acho que vemos isso como um hobby para desestressar e aliviar um pouco das aflições que passam em nossas vidas, um verdadeiro passatempo e um meio de extravasar toda essa agonia acumulada ao longo do dia.
Cansei de escrever, depois eu penso em coisas melhores.
Um dia de consecutivos coliformes fecais
Ola caro leitor desconhecido. Venho hoje escrever mais porcarias aleatórias para você se divertir, ou não. Hoje lhe trago uma história muito triste de um garoto (que estava morrendo de fome? não!) perdido em um mundo de fantasias e que por ironia do destino acaba dando de cara com o cruel mundo real. Tá, eu já contei algo parecido na minha 'Apresentação mais amigável', mas hoje vai ser um pouquinho diferente.
Esse pobre menino achava que sabia de tudo e de todos, quando veio duas provas seguidas na faculdade que o fizeram perder todas as esperanças de uma possível aprovação. Para melhorar ainda mais a parábola desse jovem gafanhoto, ainda há mais uma prova para ele superar. Esse garoto apenas queria ter começado direito nesse ano, com as mesmas oportunidades e ao mesmo tempo que todos. Você provavelmente deve estar pesando: Azar o seu seu cuzão, isso não é problema meu!
Pois bem, é verdade! Não é problema seu assim como não é problema meu querer agradar a todo mundo, não é mesmo? Eu apenas estou desabafando para desconhecidos que nem ao menos me conhecem de verdade (vá me entender), então se não se sente a vontade lendo toda essa porcaria, sugiro que você vá embora e nunca mais volte.
Enfim... voltando ao assunto principal. Além dessas pequenas intemperes que assombram a minha vida, a outras bem piores, tentar ter uma vida social. Alguém como não consegue ter uma vida social, em ter amigos, namorada, festas para aonde se divertir, churrascos para ser convidado, nada disso! Isso não seria exatamente um problema se eu não me importasse com isso, se eu simplesmente ignora-se toda essa merda e seguisse em frente com a minha vida. Mas não, no fundo no fundo eu desejava estar ali no meio das pessoas jogando truco e bebendo cerveja até desmaiar. Ser convidado para festas e dançar até o fim da madrugada, de ter uma namorada que me desse vários abraços e beijos por dia. Ela não precisaria ser extremamente bonita mas não muito feia, ninguém gosta dos extremos. Um meio termo entre os dois, uma beleza bem simples natural seria perfeito.
Acho que extrapolei um pouco, eu não deveria estar falando desse tipo de coisa por aqui. Vou terminar por aqui antes que em fale merda demais.
At+
Esse pobre menino achava que sabia de tudo e de todos, quando veio duas provas seguidas na faculdade que o fizeram perder todas as esperanças de uma possível aprovação. Para melhorar ainda mais a parábola desse jovem gafanhoto, ainda há mais uma prova para ele superar. Esse garoto apenas queria ter começado direito nesse ano, com as mesmas oportunidades e ao mesmo tempo que todos. Você provavelmente deve estar pesando: Azar o seu seu cuzão, isso não é problema meu!
Pois bem, é verdade! Não é problema seu assim como não é problema meu querer agradar a todo mundo, não é mesmo? Eu apenas estou desabafando para desconhecidos que nem ao menos me conhecem de verdade (vá me entender), então se não se sente a vontade lendo toda essa porcaria, sugiro que você vá embora e nunca mais volte.
Enfim... voltando ao assunto principal. Além dessas pequenas intemperes que assombram a minha vida, a outras bem piores, tentar ter uma vida social. Alguém como não consegue ter uma vida social, em ter amigos, namorada, festas para aonde se divertir, churrascos para ser convidado, nada disso! Isso não seria exatamente um problema se eu não me importasse com isso, se eu simplesmente ignora-se toda essa merda e seguisse em frente com a minha vida. Mas não, no fundo no fundo eu desejava estar ali no meio das pessoas jogando truco e bebendo cerveja até desmaiar. Ser convidado para festas e dançar até o fim da madrugada, de ter uma namorada que me desse vários abraços e beijos por dia. Ela não precisaria ser extremamente bonita mas não muito feia, ninguém gosta dos extremos. Um meio termo entre os dois, uma beleza bem simples natural seria perfeito.
Acho que extrapolei um pouco, eu não deveria estar falando desse tipo de coisa por aqui. Vou terminar por aqui antes que em fale merda demais.
At+
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Uma introdução mais amigavel
Ola caro leitor que provavelmente se perdeu nessa imensidão que é a internet e acabou nesse blog quase desconhecido. Bem-vindo ao meu blog, Diário da Solidão. Você deve estar se perguntando: Quem é esse maluco escrevendo coisas sem noção na internet. Pois eu lhe respondo: Eu sou um maluco escrevendo coisas sem noção nesse blog E também sou uma pessoa deprimida e de baixa autoestima que apenas está procurando um pouco de atenção de algumas dezenas de pessoas, ou talvez centenas.
Se você não consegue ou não quer entender o que se passa na mente de alguém que passa a maior parte do seu dia falando sozinho, olhando para o infinito e se perguntando a toda hora que diabos está fazendo no mundo, sugiro que você saia imediatamente daqui pois você não é o tipo de leitor que eu procuro. E você me pergunta mais uma vez: Então que tipo de leitor você procura? E eu lhe respondo novamente: Procuro o tipo de leitor que possa me ajudar a trazer uma luz para essa minha vida sombria que está sendo estudar em uma universidade, que talvez possa me entender e me ajudar de certa forma, pois só a fé em Deus não está sendo suficiente (não que ele não seja nada é claro), além é claro de alguém que goste de criticar os erros gramaticais que eu cometo (bem-vindo troll "doutor em letras" filho da puta).
Vou resumir como está sendo a minha vida de universitário em uma casca-de-noz:
Passei em vestibular
Mim muito feliz
Papai muito feliz
Mamãe muito feliz
Irmão muito feliz
Vovô muito feliz
Vovó muito feliz
Família muito feliz
Eu passar férias com mamãe
Eu ser chamado antes da hora
Eu cair de paraquedas em universidade
Eu não saber o que estar fazendo lá
Eu não ter amigos para me ajudar
Eu muito triste
Eu muito sozinho
obs: Os erros gramaticais fora propositais (ou não).
Agora que as coisas estão um pouco mais esclarecidas, eu vou parar por aqui e postar a continuação em outro post, pois a bateria do notebook está acabando.
Se você não consegue ou não quer entender o que se passa na mente de alguém que passa a maior parte do seu dia falando sozinho, olhando para o infinito e se perguntando a toda hora que diabos está fazendo no mundo, sugiro que você saia imediatamente daqui pois você não é o tipo de leitor que eu procuro. E você me pergunta mais uma vez: Então que tipo de leitor você procura? E eu lhe respondo novamente: Procuro o tipo de leitor que possa me ajudar a trazer uma luz para essa minha vida sombria que está sendo estudar em uma universidade, que talvez possa me entender e me ajudar de certa forma, pois só a fé em Deus não está sendo suficiente (não que ele não seja nada é claro), além é claro de alguém que goste de criticar os erros gramaticais que eu cometo (bem-vindo troll "doutor em letras" filho da puta).
Vou resumir como está sendo a minha vida de universitário em uma casca-de-noz:
Passei em vestibular
Mim muito feliz
Papai muito feliz
Mamãe muito feliz
Irmão muito feliz
Vovô muito feliz
Vovó muito feliz
Família muito feliz
Eu passar férias com mamãe
Eu ser chamado antes da hora
Eu cair de paraquedas em universidade
Eu não saber o que estar fazendo lá
Eu não ter amigos para me ajudar
Eu muito triste
Eu muito sozinho
obs: Os erros gramaticais fora propositais (ou não).
Agora que as coisas estão um pouco mais esclarecidas, eu vou parar por aqui e postar a continuação em outro post, pois a bateria do notebook está acabando.
terça-feira, 29 de abril de 2014
A verdade!
"Você estava certo sobre mim quando disse que eu era esquisito.
Eu sempre achei que algo estava errado. Quando eu mudei de cidade eu pensei que poderia deixar todos aqueles problemas e traumas de lado e ter uma vida normal. Mas aqui estou eu, cercado por estranhos e fingindo que nenhum deles existe. Eu disse a mim mesmo que tudo isso seria diferente, que seria melhor, mas eu estava errado...
Durante a adolescência eu comecei a me isolar das pessoas, me isolar mesmo. Na nova cidade... meu pai... meus colegas.... eles apenas me ajudaram a reforçar ainda mais o preconceito que eu tinha. Quem eu estou querendo enganar, EU SOU ANTISSOCIAL MESMO.
Aquele negócio sobre ano novo, novas oportunidades, desafios, lugares e pessoas. Eu acho que eu sou carente e as vezes eu preciso impressionar as pessoas de alguma forma com frases bem feitas e bonitas ou com algum tipo de proeza ou façanha que poucos consigam ou não se preocupam em tentar desenvolver.
Mas agora... tudo isso... é um lembrete para aquilo que eu realmente penso... para aquilo que eu realmente sou. Você não está entendendo? Eu estou dizendo que EU CANSEI DE TENTAR SER NORMAL!"
Cansei de tentar fingir o que eu não sou e de mentir para mim mesmo que tudo será diferente só porque eu passei em uma porcaria de vestibular! De tentar conviver e ter amigos novamente. Quando eu vejo os meus colegas reunidos conversando, rindo e se divertindo, eu sinto inveja. Sinto uma leve dor no coração ao imaginar que poderia estar ali também reunido com eles. Era isso que eu sempre quis, mas eu nunca tive coragem em buscar a minha felicidade.
Eu perdi dois anos da minha vida tentando entrar na universidade para chegar lá e me isolar novamente. Foi assim no colégio militar, foi assim no pré-vestibular e vai ser assim lá. Eu tenho vontade de chorar, de gritar e correr o mais rápido possível para pelo menos tentar aliviar esse aperto no meu peito. Nada disso iria funcionar provavelmente.
Ler e escrever se tornou um refúgio. Desabafar para um pedaço de papel não é um belo substituto para um amigo, mas funciona por um período de tempo.
Eu nunca fui tão sincero como agora. Eu imagino que talvez algum dia alguém leia isso e me ajude a sair desse buraco que eu mesmo cavei durante a minha vida, a enxergar novo horizonte de possibilidades e de oportunidades. E o principal, a ter coragem e de perceber as oportunidades que surgirem na minha frente (como quando um mestre guia o seu discípulo).
Devo tomar uma atitude de forma autônoma em vez de esperar por um milagre? A atitude mais racional seria essa, mas nem sempre a razão consegue falar mais alto, os sentimentos e as angustias humanas sempre prevalecem em momentos de desespero.
Acho que não deveria me preocupar tanto, pois talvez as coisas melhorem amanhã, ou depois de amanhã, ou semana que vem, ou mês que vem...
Eu sempre achei que algo estava errado. Quando eu mudei de cidade eu pensei que poderia deixar todos aqueles problemas e traumas de lado e ter uma vida normal. Mas aqui estou eu, cercado por estranhos e fingindo que nenhum deles existe. Eu disse a mim mesmo que tudo isso seria diferente, que seria melhor, mas eu estava errado...
Durante a adolescência eu comecei a me isolar das pessoas, me isolar mesmo. Na nova cidade... meu pai... meus colegas.... eles apenas me ajudaram a reforçar ainda mais o preconceito que eu tinha. Quem eu estou querendo enganar, EU SOU ANTISSOCIAL MESMO.
Aquele negócio sobre ano novo, novas oportunidades, desafios, lugares e pessoas. Eu acho que eu sou carente e as vezes eu preciso impressionar as pessoas de alguma forma com frases bem feitas e bonitas ou com algum tipo de proeza ou façanha que poucos consigam ou não se preocupam em tentar desenvolver.
Mas agora... tudo isso... é um lembrete para aquilo que eu realmente penso... para aquilo que eu realmente sou. Você não está entendendo? Eu estou dizendo que EU CANSEI DE TENTAR SER NORMAL!"
Cansei de tentar fingir o que eu não sou e de mentir para mim mesmo que tudo será diferente só porque eu passei em uma porcaria de vestibular! De tentar conviver e ter amigos novamente. Quando eu vejo os meus colegas reunidos conversando, rindo e se divertindo, eu sinto inveja. Sinto uma leve dor no coração ao imaginar que poderia estar ali também reunido com eles. Era isso que eu sempre quis, mas eu nunca tive coragem em buscar a minha felicidade.
Eu perdi dois anos da minha vida tentando entrar na universidade para chegar lá e me isolar novamente. Foi assim no colégio militar, foi assim no pré-vestibular e vai ser assim lá. Eu tenho vontade de chorar, de gritar e correr o mais rápido possível para pelo menos tentar aliviar esse aperto no meu peito. Nada disso iria funcionar provavelmente.
Ler e escrever se tornou um refúgio. Desabafar para um pedaço de papel não é um belo substituto para um amigo, mas funciona por um período de tempo.
Eu nunca fui tão sincero como agora. Eu imagino que talvez algum dia alguém leia isso e me ajude a sair desse buraco que eu mesmo cavei durante a minha vida, a enxergar novo horizonte de possibilidades e de oportunidades. E o principal, a ter coragem e de perceber as oportunidades que surgirem na minha frente (como quando um mestre guia o seu discípulo).
Devo tomar uma atitude de forma autônoma em vez de esperar por um milagre? A atitude mais racional seria essa, mas nem sempre a razão consegue falar mais alto, os sentimentos e as angustias humanas sempre prevalecem em momentos de desespero.
Acho que não deveria me preocupar tanto, pois talvez as coisas melhorem amanhã, ou depois de amanhã, ou semana que vem, ou mês que vem...
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